A Guerra da Secessão e seus soldados
- Relicário da História

- Jun 2, 2021
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A década que antecede o início da Guerra Civil norte-americana (1861-1864) é marcada pela intensificação e pela radicalização das disputas jurídicas e políticas que ocorriam no Congresso desde a aprovação da Constituição pelo controle do Estado e a consequente imposição de um modelo de Nação. Soma-se a essa conjuntura a diferenciação, cada vez mais nítida, entre as regiões Norte e Sul, sobretudo com o desenvolvimento econômico, industrial e tecnológico daquele, impondo-se gradativamente um novo modelo de vida industrial e de trabalho livre, enquanto este se mantinha agrário e escravista, recorrendo, dessa forma, a estratégias no âmbito político para contrabalancear a sua força, destacando-se, dentre elas, a “ameaça” da separação (PINHEIRO, 2020). Como consequência, instaura-se, sobretudo nesses anos imediatamente anteriores ao início da Guerra Civil, um clima de “paranóia” geral que se apoiava na estrutura burocrática do governo, marcada pelo clientelismo e pela política de patronagem, ou seja, de acordo com os resultados das eleições, o partido eleito conseguia controlar temporariamente toda a administração federal utilizando-se das estratégias de distribuição de cargos públicos entre simpatizantes e de monopolização dessas estruturas burocráticas (IZECKSOHN, 2003).
Assim, a eleição do republicano Abraham Lincoln em 1860 leva os estados do Sul, liderados pela Carolina do Sul, a romperem com a Constituição e a se declararem independentes em nome do desejo de manter os seus direitos, costumes e tradições ligados à manutenção da propriedade dos escravos, formando, em 1861, a reunião dos estados Confederados da América, sendo eles a Carolina do Sul, a Geórgia, o Alabama, a Flórida, o Mississipi, a Louisiana e o Texas. Já os estados do Norte, com a sua entrada no conflito, visavam, sobretudo, a recuperação da unidade nacional, não sendo a libertação dos escravos sua motivação central inicial (PINHEIRO, 2020).
Nesse contexto, Lincoln precisaria resolver a questão delicada do abastecimento dos fortes e arsenais da marinha que pertenciam ao governo federal, mas estavam localizados em regiões do território confederado, que já havia escolhido o seu próprio presidente, Jefferson Davis.A partir das incertezas e confusões que se desenvolveram no desenrolar dos meses de negociações entre William H. Seward – secretário de Estado da Federação - e Davis envolvendo o abastecimento da fortificação do Fort Sumpter, situada na entrada da baía de Charleston na Carolina do Sul, o ataque ao forte pelas tropas confederadas provocou a mobilização do exército federal e se configurou como o estopim bélico da Guerra de Secessão (MARTIN, 2006).
Dentre os poderes de exceção (medidas de caráter de urgência tomadas antes da convalidação congressual) exercidos pelo Presidente Lincoln durante os anos iniciais do conflito, destaca-se a adoção da estratégia militar desenvolvida pelo general Winfield Scott, a qual consistia em um bloqueio marítimo que incidiria sobre o litoral dos Estados secessionistas, vinculado a incursões terrestres. Firmava-se o que ficou conhecido como “Plano Anaconda” (dada a lembrança que a configuração fazia ao comportamento dessa serpente), aprovado em 1863, o qual visava o estrangulamento econômico e militar dos estados da Confederação (PANIZA, 2012). Desse modo, se qualquer embarcação tentasse furar o bloqueio, ela deveria ser capturada e processada legalmente enquanto prisioneira de guerra. Porém, com o tempo, o cerco naval não se mostrou tão eficiente como se supunha, já que o Norte não possuía barcos suficientes para a extensão do litoral e, aos poucos, o Sul foi desenvolvendo uma marinha adaptada às necessidades do momento.
Apesar da superioridade e das vantagens humanas, logísticas, financeiras e tecnológicas do Norte no conflito, com uma maior capacidade de reposição das perdas materiais e humanas, nas fases iniciais, o Sul sai vitorioso em batalhas importantes, sobretudo devido ao conhecimento estratégico de renomados generais que lideravam suas forças, como Robert Lee e Thomas Jackson. Dessa forma, é nesse contexto em que Abraham Lincoln recorre à ideia de libertação dos escravos como uma estratégia para a Guerra, uma reivindicação que encontrava bastante respaldo político junto à opinião pública desde a década de 1850, com a radicalização dos debates políticos no país, visando torná-la favorável ao conflito a partir do momento em que este passasse a ser considerado como uma guerra contra a escravidão (PINHEIRO, 2020).
Assim, já em 1862, Lincoln assina a Proclamação da Emancipação, a qual determinava que até o final daquele ano a escravidão deveria ser abolida no Sul, transformando a guerra em um conflito moral, no qual o Norte seria o defensor da liberdade enquanto o Sul lutava pela preservação do trabalho escravo degradante (GONÇALVES, 2021). Em 1863, o Ato Executivo Primeiro que abolia a escravidão nos territórios que haviam se levantado contra a União passa a valer, o que não traria conseqüências militares significativas para as forças do Norte, mas, politicamente, conferiu à guerra um interesse muito mais humanitário do que particular. Além disso, a abolição incentivou a intensificação de fugas de escravos do Sul, o que representou a adesão de batalhões formados exclusivamente por soldados negros libertos às tropas nortistas, enfraquecendo-se o lado opositor em recursos humanos e econômicos (PINHEIRO, 2020).
Em 1864, Lincoln traz o general Ulysses S. Grant do oeste e o nomeia comandante geral das forças da União. Dentre suas primeiras iniciativas, destacam-se a ordenação que colocou tropas no encalço do general sulista Lee e a elaboração de um novo plano de invasão a Richmond (Virgínia), capital confederada, substituindo-se, assim, o “Plano Anaconda”, de cerco, por uma estratégia de ataque em profundidade e de controle ou destruição das ferrovias que abasteciam o centro político e estratégico da Confederação (MARTIN, 2006). Após algumas vitórias importantes, a superioridade logística da União tornou-se visível e a rendição dos confederados se mostrava cada vez mais próxima. Esta, a partir da capital confederada, deu-se formalmente em 3 de abril de 1865, porém, diante da resistência por parte de alguns grupos confederados, em 9 de abril, Grant e Lee se reuniram para assinar os termos da rendição, a qual ocorreu efetivamente com retirada das últimas tropas apenas em 26 de maio.
Dentre as novidades que podem ser destacadas referentes à Guerra Civil Americana, pontua-se o fato de que ela envolveu cidadãos comuns e não soldados profissionais em ambos os lados do conflito, o que se soma à importância que a capacidade de produção e o poderio industrial desempenharam para o resultado final das batalhas. Ademais, nota-se a partir da Guerra de Secessão que a logística enquanto suporte material necessário à obtenção do êxito tático se tornou um elemento decisivo que substituiu gradativamente uma maneira de guerrear que antes se fundamentava apenas em questões de estratégia militar. É nesse sentido de esforço logístico que foram estreados como artefatos de uso militar a fotografia, o telégrafo, os foguetes de sinalização, os balões de observação e os trens. Em relação a esses últimos, enquanto o Norte buscava frequentemente sabotar a malha ferroviária dos confederados, direcionava, ao mesmo tempo, grandes investimentos para a implantação de mais trilhos em seu território, visto que as ferrovias permitiam um fluxo ininterrupto de suprimentos materiais e humanos, os quais, assim, chegavam mais facilmente aos campos de batalha. No âmbito naval, as principais inovações se deram, sobretudo a partir das necessidades dos derrotados durante o conflito, a partir da introdução dos couraçados e dos submarinos. Dessa forma, apesar de ter possibilitado uma série de inovações tecnológicas e a integração das três grandes regiões geoeconômicas do país, o que dinamizou a indústria nacional e ampliou o mercado interno estadunidense, a Guerra custou a vida de 620 mil soldados, além de deixar outros 400 mil feridos ou mutilados (MARTIN, 2006).
Dentro do cenário da Guerra Civil trabalharemos com uma documentação que traz a luz um pouco sobre o pensamento de importantes personagens desse conflito: os soldados americanos. Através das cartas enviadas por eles para seus familiares, amigos e até mesmo o presidente Abraham Lincoln, podemos ter uma nova percepção sobre o que foi a guerra e o como seus principais atores a encaravam. Nesta esteira, trabalharemos cronologicamente sobre algumas percepções que estes homens possuíam do desenrolar da guerra, desde a necessidade desta, ao trato dos regimentos para com seus inimigos, apresentando um pouco mais sobre quem eles eram e o que pensavam.
Watson C. Squire (1838-1926), cresceu em Nova York e graduou-se na Wesleyan University em 1859, lutando na guerra civil como voluntário da infantaria de sua cidade, todas as comunicações que temos notícia dele são endereçadas a sua mãe e seu pai, contendo, em todas estas, sua visão política sobre o conflito. A primeira delas, 21 de maio de 1861, corresponde ao início da disputa, não tendo ainda um concesso se valeria realmente a pena o desenrolar do confronto. Os pais do nosso soldado apresentam suas dúvidas e preocupações, e a isto ele responde,
Eu estive muito entristecido pelo tom de vocês dois. É claro que todos nós depreciamos a guerra. Mas considerando que a questão da nossa existência como nação pendura-se por um fio, e caso essa dissolução tome lugar a guerra é inevitável. Eu digo deixe-a vir quando estamos melhor preparados e quando nós ainda temos o prestígio nacional e os recursos para nos apoiar. (SQUIRE, 1861, p.01).[1][2]
Embora reconhecesse a situação preocupante na qual seus pais se encontravam, o soldado argumentava que de nada adiantaria o governo se ele não pudesse se manter e a aceitação das demandas do Sul seria “A desgraça irremediável de todos nós e um sentimento de desespero [sic] nos seios do homem livre em todo o mundo.” (Idem, p.02)[3]. Nesta e em sua segunda carta – a qual enviou antes de sair em uma arriscada expedição com o seu batalhão em agosto de 1861 – ele reforça a ideia de que, embora não saiba qual será o resultado dessa luta, as chances de vitória, acredita na possibilidade de ou voltar com honra e uma constituição revigorada, ou morrer como um patriota temente a Deus. As correspondências presentes no arquivo acabam por aí, e, portanto, apesar de não sabermos mais sobre a sua vida, sabemos que ele sobreviveu aos eventos da guerra, sorte que nem todos tiveram.
Tal é o caso do nosso próximo soldado, Arthur Tappan Strong, que serviu no quadragésimo segundo regimento de Ohio, servindo de 7 de setembro de 1861 a 25 de dezembro de 1862, quando veio a falecer de “disenteria do campo”. Majoritariamente as correspondências dele foram trocadas com seus pais, os quais se opuseram ao alistamento do filho mais velho, entre estes documentos também está um diário feito por ele – intitulado Os últimos dias de Strong (Strong’s last days) - e uma carta direcionado ao presidente Abraham Lincoln, a qual abordaremos aqui. O escrito, não muito longo, expressava o medo que o jovem soldado possuía sobre a vitória dos separatistas, declara que jamais esquecerá os sofrimentos pelos quais passou em campo, nunca se esquecerá do que foi comprado com sangue e lágrimas e
[...] se deus abandonou nosso país, a única bênção que anseio, ele atrasará sua ruína até que eu desça para a sepultura, pois não poderia respirar com traidores, nem virar meu rosto para o sol, nem habitar na terra dos vivos quando os estados não tiverem mais ganhado. (STRONG, 1862, p.03)[4].
Para os separatistas, a grande esperança do sucesso na guerra estava na figura do General Robert Lee, o qual aparece na carta do soldado da união Hazard Stevens – filho do primeiro governador de Washington Territory, Isaac Stevens, ambos serviram como voluntários na septuagésima nona infantaria de Nova York –, quando este descreve, em 19 de junho de 1863, para a sua mãe os acontecimentos próximos do confronto contra o exército de Potomac. Neste relato, ele aponta que, para ele, parece que ocorreriam ainda uma sucessão de grandes batalhas entre Lee e o General Joseph Hooker. Criticando as táticas utilizadas pelos confederados, especialmente sobre a reunião de homens para a luta, atestando que deveriam aproveitar aquele momento, pois o patriotismo estava despertado pela invasão rebelde, ele conclui a narrativa sobre sua visão da guerra afirmando que “Os Confederados estarão reduzidos a alternativa de ou derrotar ou recuar os nossos exércitos, ou então abandonar a Virginia, e uma única grande batalha será capaz de nos dar toda a Virgínia e parte da Carolina do Norte.” (STEVENS, 1863, p.03)[5]. Stevens encerra sua correspondência alertando sua mãe sobre a imprevisibilidade do conflito, declarando que “[...] gostaria de explodir nosso Congresso, como Guy Fawkes queria explodir o Parlamento. Se existe algum Inferno para os homens maldosos, eles com certeza o experimentarão.” (Idem, p.03-04)[6].
Com o desenrolar da guerra e a mudança de sorte do Norte, passando, a partir das políticas aplicadas pelo Lincoln a ganhar o conflito, chegamos na Campanha de Appomattox e a rendição dos exércitos confederados sob o comando de seu grande General Robert E. Lee. Nas correspondências de Hazard Stevens, temos, em 10 de abril de 1865, a ilustração deste evento, apontando que “Lee se entregou com o resto do seu exército ontem à tarde, cerca de 20.000 homens, acredito. A última esperança da Rebelião está extinta. Eles são e se sentem um povo açoitado.” (STEVENS, 1865, p.01)[7]. Para ele, o general mostrou-se como um homem sensato, pois caso não se rendesse teria seus homens esmagados pelas duas colunas de exército da União, e agora, dada as negociações, “Grant vai dar liberdade condicional a eles e deixá-los ir para casa.” (Idem, p.03)[8]. As comemorações foram intensas e o alívio sobre o fim da guerra apresentou-se durante toda a narrativa, embora já se mostre sobre o horizonte a possibilidade de conflito contra o México e/ou contra o Canadá - o autor ainda não sabia se atacariam os dois juntos ou separados -, a volta para casa e o descanso pareciam certos.
Apenas pareciam, pois, sete dias após sua correspondência, temos uma nova carta enviada a sua mãe abordando a morte do presidente Abraham Lincoln, a qual colocou a incerteza sobre o fim da guerra e atrasou a saída dos soldados do acampamento. Nela Stevens relata sobre o sentimento de
[...] grande amargura sobre todos os rebeldes. É bem conhecido que somas de dinheiro foram oferecidas em diferentes partes do Sul para o assassinato do Sr. Lincoln. O assassinado não era amigo para o Sul. Penso eu, entretanto, que a morte do Presidente não será um sério atraso na restauração da paz e união. Seu efeito principal será em fazer com que peguemos um pouco mais pesado com os rebeldes e isso não fará mal.” (STEVENS, 1865, p.02)[9].
Tais correspondências trazem a luz uma diferente perspectiva sobre conflito, podendo ser explorada e visitada pelos mais diferentes tipos de estudos. Propomos aqui, apresentar um pouco sobre a visão que esses homens tinham sobre a guerra, efetuado uma seleção de cartas de soldados da União e anos importantes para o dito conflito. Para além destas elucidadas nesse texto, o arquivo utilizado possuí outras destes mesmos autores e de outros, apresentando desde cartas a familiares e amigos, a correspondências entre dois apaixonados, os quais se noivaram escondidos. Estas comunicações permitem-nos conhecer um pouco mais sobre o que estes personagens pensaram sobre a Guerra de Secessão, quais eram as suas prioridades, suas saudades de casa, suas dificuldades, tristezas e mortes. Nós, da equipe Relicário da História, convidamos nossos leitores a conhecer um pouco mais sobre estes importantes documentos e o que foi essa guerra sob as diferentes perspectivas de seus soldados.
[1] “I was much grieved at the sad tone of both. Of course we all deprecate war. But since the question of our existence as a nation seems to hang upon a thread, and in case a dissolution takes place war is inevitable. I say let it come when we are best prepared and when we have the national prestige and resources to back us.” (SQUIRE, 1861, p.01) [2] Todas as traduções foram feitas de forma livre pela equipe Relicário da História, a partir dos documentos e transcrições presentes na coleção digital da livraria da Universidade de Washington, a qual está disponível para acesso gratuito no domínio https://content.lib.washington.edu/civilwarweb/index.html acessado em 31/05/2021. [3] “The irremediable disgrace of us all & a feeling of dispair [sic] in the breasts of freeman all over the globe.” (Idem, p.02). [4] “[...] if god has forsaken our country the only boon I crave he will delay its ruin till I have gone down to the grave, for I could not breath with traitors nor turn my face to the sun nor dwell in the land of the living when the states are no longer won.” (STRONG, 1862, p.03). [5] “The Confederates would be reduced to the alternative of defeating and driving back our army, or of abandoning Virginia, and a single great battle would give us all Virginia and part of North Carolina.” (STEVENS, 1863, p.03). [6] “I declare I wish I could blow up our Congress, as Guy Fawkes wanted to blow up Parliament. If there is any Hell for mean men, they will certainly experience it.” (Idem, p.03-04). [7] “Lee surrendered the remainder of his army yesterday afternoon, about 20,000 men, I believe. The last hope of the Rebellion is extinguished. They are and feel themselves to be a whipped people.” (STEVENS, 1865, p.01). [8] “Grant will parole them and let them go home.” (Idem, p.03). [9] “[...] great bitterness towards all rebels. It is well known that sums of money have been offered in different parts of the South for the murder of Mr. Lincoln. The murdered was no friend to the South. I think, however, the President's death will not seriously delay the restoration of peace and union. It's [sic] chief effect will be to make us a little harder on rebels and that is no harm.” (STEVENS, 1865, p.02).

Watson, 21 de maio de 1861

Watson, 7 de agosto de 1861

Arthur Tappan Strong para o presidente Lincoln, 1862

Hazard Stevens, 19 de junho de 1863

Hazard Stevens, 10 de abril de 1865

Hazard Stevens, 17 de abril de 1865
Fontes:
SQUIRE, Watson. Captain Watson Squire letter to his parentes, May 21, 1861. In: Civil War Letters, University of Washington.
______. Captain Watson Squire letter to his mother, August 7, 1861. In: Civil War Letters, University of Washington.
STEVENS, Hazard. Hazard Stevens letter to his mother Margaret Hazard Stevens, June 19, 1863. In: Civil War Letters, University of Washington.
_____. Hazard Stevens letter to his mother Margaret Hazard Stevens, April 10, 1865. In: Civil War Letters, University of Washington.
_____. Hazard Stevens letter to his mother Margaret Hazard Stevens, April 17, 1865. In: Civil War Letters, University of Washington.
STRONG, Arthur Tappan. Arthur Tappan Strong letter to President Abraham Lincoln. In: Civil War Letters, University of Washington.
Referências Bibliográficas
GONÇALVES, Leandro José Clemente. GUERRA CIVIL AMERICANA E A REVOLUÇÃO EM ASSUNTOS MILITARES #AULA04. Youtube, 13 de abril de 2021. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=fyGzPMl51Mg >. Acesso em 30 de maio de 2021.
IZECKSOHN, Vitor. Escravidão, federalismo e democracia: a luta pelo controle do Estado nacional norte-americano antes da Secessão. In: Revista Topói, Rio de Janeiro, março 2003, p. 47-81.
MARTIN, André. Guerra de Secessão. In: MAGNOLI, Demétrio. História das Guerras. 3. ed. São Paulo : Contexto, 2006.
PANIZA, Alexandre de Lima. Da Constituição enquanto elemento de sustentação de uma nação em crise: da natureza dos poderes de exceção do presidente dos Estados Unidos da América-uma análise do bloqueio marítimo decretado pelo presidente Lincoln na Guerra da Secessão. Revista Brasileira de Direito Constitucional, v. 19, n. 1, p. 187-233, 2012.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. Guerra Civil: Historiografia e Conflitos #Aula4. Youtube, 16 de março de 2020. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=1RvYthCUjNY>. Acesso em 30 de maio de 2021.
PINHEIRO, Marcos Sorrilha. Guerra Civil: o caminho para a secessão #Aula3. Youtube, 9 de março de 2020. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=4VYZcv6veVM>. Acesso em 30 de maio de 2021.




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